segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Foto Sevalho

HISTÓRICO DO ESCRITOR E POETA LUÍS SEVALHO





Escritor Luís Sevalho  em 2004 



Escritor Luís Sevalho  em 2019  



Escritor Luís Sevalho na entrevista com outros escritores amazonenses na Rádio Alternativa de Tefé - 2019




  


Escritor Luís Sevalho visitando seus antigos vizinhos no bairro da Olaria em Tefé Amazonas - 2019


Luís Alberto Lopes Sevalho (Luís Sevalho) é o nono filho de Celcino Gomes Sevalho (Cazuza) e Elígia Lopes Sevalho (Dona Celé) todos naturais de Tefé. Nasceu no dia 10 de novembro de 1960 no município de Tefé. Quando criança mudou-se para a comunidade do Piraruaia zona rural onde viveu sua infância sem estudar até aos dez anos de idade. Ao retornar para a sede do município, começou sua alfabetização no grupo escolar Getúlio Vargas no bairro do Abial e depois passou a residir no bairro da Olaria quando aos 12 anos de idade destacou-se com seus primeiros trabalhos de entalhe em madeira produzidos no quintal de casa que eram vendidos para comprar seu material escolar. Devido a perfeição nos trabalhos artesanais, ganhou admiração da saudosa irmã Adamir Bamberg que impressionada pela arte garantiu-lhe vaga no antigo Ginásio Orientado para o Trabalho (GOT) que na época era o maior centro de artes de Tefé fundado pelas irmãs franciscanas.
     Com apenas catorze anos de idade tornou-se instrutor de artes industriais, ministrando aulas práticas com grande entusiasmo nas áreas do conhecimento: cerâmica, metalúrgica, artes plásticas, marcenaria e entalhe em madeira que contribuiu muito para a formação técnica de seus aprendizes. No período de 2000 a 2004, elegeu-se vereador, dando grande contribuição política para o seu município. A arte de escrever começou no ano 2000 quando publicou seus primeiros contos em cordel baseados nos acontecimentos intrigantes do município de Tefé.  Suas primeiras obras escritas são: O Livro de Ouro As Loucuras de Valcyzinho de Moraes, volume 1 ano 2000 e volume 2 ano 2002  com todas as edições esgotadas. Foi diretor fundador da (ALCAT) Academia de Letras Ciências e Artes de Tefé.

     Em 2005, mudou-se para Manaus e escreveu sua terceira obra literária intitulada Rio Profundo que significa Tefé. Em 2009 quando a obra era ainda um projeto Rio Profundo foi vencedor pelo Amazonas do prêmio nacional promovido pela Manauscult no Programa de Apoio e Incentivo à Cultura (prêmio PAIC), abrindo portas e reconhecimento ao escritor. Sevalho é escritor, historiador, professor e poeta formado pela Universidade Federal de Juiz de Fora, pós-graduado em Gestão de Política Ambiental pelo Instituto Superior de Educação da Amazônia (ISEAMA / ADCAM). No ano de 2016, no Outubro Rosa o escritor lançou o Estatuto da Mulher, obra inédita para as mulheres do Amazonas. Um dos capítulos de Rio Profundo que se refere aos contos e lendas é bastante dramatizado nas escolas públicas e particulares de Manaus e de outros municípios. No Sítio Sevalho em Presidente Figueiredo ele escreveu os poemas: Urubuí que te Quero; Ecoturismo em Presidente Figueiredo, Cidade Morena da BR-174 e os contos: O Homem que só dizia Hão, O Bicho do Pé Pesado (dramaturgia e conto), o Grilo Feliz (conto). As Dramaturgias: A formiguinha Gui, Papai Vento e Turlino o Filho, O Suplício das Águas, Doutor Lixo Voraz, a Construção da Estrada, BR-174 e o Genocídio dos Índios são as mais recentes obras do escritor amazonense que ministra palestras sobre suas obras sendo considerado um puro talento. 








LIVROS PUBLICADOS:


O LIVRO DE OURO
AS LOUCURAS DE VALCIZINHO DE MORAES


COLETÂNEA DE PROSAS E VERSOS PARA VOCÊ MORRER DE RIR
Volume 1



Luís Sevalho
O LIVRO DE OURO
As loucuras de Valcyzinho de Moraes
      

POEMAS TEFEENSES  Vol. 2





Prêmio Águia da Educação 2015




    



Obra Premiada pelo Amazonas em 2013, Terceira obra.
  

PRODUÇÃO CULTURAL POR CATEGORIA

LENDAS:

CONTOS:

POEMAS:
Cidade morena da Br-174/ Brena City Of Br-174 
Urubuí que te quero/ Urubuí I want you
Degrau do Infanticídio
Fragmentos Férteis
Tefé da Caboré
A Chegada do watsapp no Inferno
Minha Pureza
Viver de Boa
Um poema a família Sevalho
Amor Possesso
Amor Latente
Meus Desejos
Insensatez
Nostalgia
Amor sem Perdão
Loucuras de Amor
Sorria mãe
Pai
Vontade de vencer

ESTATUTO: Estatuto da Mulher

DRAMATURGIAS:

Cururu Teitei
A Construção da Estrada, BR-174 e o Genocídio dos Índios.
Formiguinha Gui,
Papai Vento e Turlino o Filho,
O Suplício das Águas,
Doutor Lixo Voraz.



Fale com o seu escritor nestes endereços:

Fones: (92)  99462-6132    (Luís Sevalho)
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domingo, 2 de junho de 2019

DRAMATURGIA: O SUPLÍCIO DAS ÁGUAS


DRAMATURGIA: O SUPLÍCIO DAS ÁGUAS

Autor Luís Sevalho




Direcionado: para Educação Infantil e Ensino Fundamental 1.

Objetivo: Mostrar a importância da água e como utilizá-la para que não falte no Planeta.  

Direção da Peça: Pode ser o gestor (a) da escola, ou o professor (a).

Todos os Personagens: Narrador (a), Garota Água Doce, Garota Água Salgada, Gotinhas, Jabuti, sapo, macaco, borboleta e outros, Humanos 1, 2, 3, 4 (masculino), uma transeunte (feminino) que passa para beber água, o menino Sol e a garota Nuvem.

Atenção: Envolver todos os alunos da sala. Tirando os elencos principais os demais são figurantes chamados de Gotinhas que devem estar a caráter.

Preparação do Palco: Um TNT azul medindo dois 2x2 metros de comprimento é colocado no palco cenográfico (palco azul) como se fosse uma fonte de água viva.

Caracterização dos elencos e figurinos:

Garota Água Doce: colete azul. Nas costas está escrito: Água Doce.

Garota Água Salgada: colete branco com borda azul. Nas costas a frase: Água Salgada.

Gotinhas: colete azul com o desenho da gota branca no peito ou nas costas.

Bicharada: Livre escolha dos bichos (máximo 4) e a caracterização fica por conta do diretor da peça.

Humanos 1,2,3,4: colete de cores variadas. (masculino)

Transeunte: colete vermelho (feminino)

Menino Sol: colete amarelo com o desenho do Sol nas costas.

Garota Nuvem: colete azul com o desenho da nuvem nas costas.  


Suportes Técnicos: Caixa de som, microfone, outros.

Objetos descartáveis: Copo plástico, lata de refrigerante vazia, garrafa pet e um saco de lixo preto simulando que tem lixo dentro.

Música: Música com tema sobre a água (ver youtube),

Primeiro Ato: Abertura pelo narrador (a) que ler o histórico da peça.     

Histórico da Peça: A água de modo geral é primordial para manter a vida na Terra. De toda água disponível no planeta, 97,5% é salgada restando apenas 2,5% de água doce. Ela sustenta todo o estilo de vida da humanidade e dos outros seres vivos. Contudo, seu uso cada vez maior e indiscriminado faz surgir uma série de problemas que podem comprometer sua qualidade e durabilidade no planeta.

Narrador (a): Sobre esse assunto, vamos assistir a apresentação cinematográfica: O Suplício das Águas de autoria do escritor Luís Sevalho.

                                               
                                                         CENA 1    

[  Garota Água Doce sai do meio das gotinhas, posiciona-se no centro do palco azul e fala da sua importância para a sobrevivência na Terra  ]

                          ( Gesticulando bastante  e bem alegre )

Garota Água Doce: - Ah, como sou importante. – Sou a Água Doce que mesmo em menor quantidade, todos dependem de mim para sobreviver!

              ( continua gesticulando como se estivesse passeando ... )

Atenção: Neste momento os animais e uma transeunte se aproximam do palco azul para beber água e logo se afastam.


                                                  CENA 2     


[   Os humanos aparecem jogando todo tipo de lixo na água   ]


(  Água Doce olha assustada para todos os lados em gestos de desespero )


Humano 1: Passa e joga um copo descartável dentro d’água;

Humano 2: Vem e Joga uma lata de refrigerante;

Humano 3: Contamina jogando garrafa pet;

Humano 4:  Joga um saco preto de lixo doméstico na água.

Atenção: O humano 4 é abusado. Ele joga o saco preto na água, adianta uns três passos para frente retorna, chuta o lixo e vai embora.

Orientando: Conforme os humanos 1,2,3,4 forem se apresentado, eles vão se esconder atrás das gotinhas, perto da “bicharada” aguardando nova apresentação no final.


SEGUNDO ATO: Narrador (a) em ação

Narrador (a) – E assim, a cada dia que passa nossa água vai ficando imprópria para o consumo, porém é teimosa e tenta resistir a insensatez humana.


( Quase no final da fala do narrador (a) os “bichos”, a transeunte, os humanos 1,2,3,4 se aproximam para beber água e desmaiam )

                                          

                                                  CENA 3    


[  Água Doce prepara-se para desmaiar também  ] 
         
                     
           ( Gestos de insegurança e cambaleando ... )

Água Doce: - Aih, - não aguento mais tanta poluição, tô fraca.     ( desmaia )


 
                                                           CENA  4


 [ Água salgada, o Sol e a Nuvem  aparecem para salvar a Água Doce e reclamam contra a poluição ]   

                         
                                        ( Os três vêm juntos )


Água Salgada: - Irmã acorda vamos implorar SOS à humanidade.            

 ( Água Doce  se levanta para ouvir a Água Salgada e aos poucos a ‘’bicharada’’, os humanos vão acordando, ficando todos de pé ) 


Água Salgada: - Sou Eu mana, Água Salgada. – Também sofro com a poluição dos rios, dos mares e dos oceanos.

                               ( Sol e Nuvem sorridentes )

Sol: - É,  estou aqui para te ajudar a completar seu percurso hídrico.

Nuvem: - Eu também. 

                                                    CENA 5

[  Água Salgada e Doce  se abraçam e chamam as gotinhas, os animais, os humanos para alertar a humanidade sobre a contaminação e a escassez  da água no planeta  ]

Água Salgada: - Ei, gotinhas, humanos, bicharada. – Venham todos aqui.
                 ( Todos se aproximam circulando o palco azul )
                           ( Água Salgada fala em tom de desafio )
Água Salgada: - Vamos lutar contra a poluição e o aquecimento global.
Água Salgada: - Para manter a Água no planeta a solução é: Reduzir, Reciclar, Reutilizar e Não poluir.
Água Salgada: - Vamos repetir: - Para manter a Água no Planeta a solução é:
Todos: - Reduzir, Reciclar, Reutilizar e Não poluir.
Todos: Viva o dia Mundial da Água para todos.        

( Neste momento entra a música da água para todos dançarem por dois minutos e no final o narrador (a) faz o encerramento)


Atenção: Quem jogou o lixo no palco azul favor sair com ele quando terminar a dança senão, não vai valer o espetáculo.


ATO FINAL  [ Narrador (a) faz o encerramento no momento que todos estão deixando o palco ]

Narrador (a): - Em comemoração ao Dia Mundial da Água encerramos essa linda apresentação teatral que pede para a humanidade salvar o Planeta Água que está doente.

                                 Obrigado e até breve, tchau.                                                
                                             
                                                       FIM



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Fones: (92) 99462-6132   (Luís Sevalho)
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